Mais de 6 mil velas foram confeccionadas em oficina oferecida pela Paróquia

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Maria Clara é acólita e participa da comunidade Santo Inácio de Loyola, no Cristina C. No final de janeiro, ela participou com aproximadamente outras trinta pessoas da Oficina Anual de Confecção de Velas da Paróquia Santíssima Trindade. Ela resumiu bem o que é este encontro para as pessoas que dele participam. 

“É uma ação que exige paciência, pois são os detalhes que fazem com que as velas ganhem vida. Nesse dia apreciamos o tempo e trabalhamos o coletivo da paróquia. É um momento que, além de alegre, nos leva a rezar e a pensar nas coisas da vida”.

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Esse sentimento foi reforçado pela colega de comunidade e pastoral, Camila Andiara ao recordar que todos os anos ela se esforça para estar presente. 

A oficina nos une e permite que conheçamos pessoas novas. Ajuda-nos a fugir do estresse do dia a dia, pois mesmo exigindo concentração, permite com que tenhamos boa conversa, partilha das experiências de vida e alivia o peso dos problemas”.

No entanto, qual é o sentido da vela na vida da igreja? 

“Na liturgia, representa a Luz do Cristo! Cristo ressuscitado que ilumina e dissipa as trevas de todo o mundo”, explica o coordenador dos Acólitos, Fabrício. Ele complementa dizendo que na paroquia existe a tradição da confecção das velas em oficina, feitas em período anterior à Quaresma, “onde preparamos as pequenas velas que são dadas aos fieis para acompanhar as diversas celebrações da Semana Santa e do Tríduo Pascal”. 

Ao todo, foram feitas 6.170 velas! A maior parte serão usadas na solene Vigília Pascal. “Em especial, no Sábado Santo, quando todos os fieis, ao redor da fogueira santa, acompanham a bênção do fogo novo e acendem seus pequenos círios no grande Círio Pascal, o Cristo Ressuscitado, o simbolo da ressurreição”, conta Fabrício. 

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Alegria de quem fez velas pela primeira vez!

Esse espírito festivo, de quem carrega consigo a luz do Cristo Ressuscitado, era visível no olhar de quem estava na oficina de velas. Ronaldo, ministro da Eucaristia na comunidade São José, destacou o espírito de partilha e cooperação. “Varias comunidades aqui reunidas, sinal de muita luz e trabalho pela frente”, disse. 

Já a Solange, integrante da pastoral da Acolhida da comunidade Nossa Senhora da Penha, disse estar se sentindo como uma criança, pois cada mergulho do pavio na parafina é a revelação de uma experiência feita com simplicidade, amor e alegria.

Por outro lado, a Zeli, catequista da comunidade Nossa Senhora da Guia venceu rejeição à oficina em função do medo da parafina quente. “Estou adorando, depois de tanto tempo na paroquia é a primeira vez que venho, não por falta de convite, uma vez que o Tião, meu irmão, sempre está a me convidar”.

Coordenadora da pastoral da Liturgia na Comunidade Nossa Senhora da Paz, Angélica Vieira reforça a importância da oficina de velas para a Paróquia. “Ao produzir as velas, que serão utilizadas nas celebrações da misericórdia, da luz, do crisma e, principalmente, no Sábado Santo, além de economizarmos, ainda fazemos um trabalho em equipe, unindo as comunidades em prol dessas celebrações, deixando-as mais iluminadas, mais bonitas”. 

Veja outras fotos em nosso Flickr. Clique aqui!

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