Sábado Santo! Fogo novo, Círio aceso, novos cristãos… a Páscoa de Jesus já se aproxima

omino de ramosA Paróquia Santíssima Trindade vive uma bonita experiência nesta Semana Santa. Os fieis atenderam ao convite das comunidades e celebraram com dignidade e devoção os passos da paixão e morte de Jesus. Para este Sábado Santo (4/4), todos são convidados a testemunhar a alegria da Ressurreição do Cristo. Na celebração desta noite, as comunidades aguardam a seu Senhor, para que ao chegar ele, os encontre em vigília e os faça sentar em sua mesa.

A Vigília de Páscoa é a celebração mais importante do calendário litúrgico cristão, por ser a primeira celebração oficial da Ressurreição de Jesus. Os fieis acompanham a um lucernário, no qual o Círio será aceso pela primeira vez, além de contemplar na liturgia da Palavra, as maravilhas que desde o início dos tempos, Deus realizou para seu povo. O banquete eucarístico é celebrado pela comunidade e também pelos catecúmenos, que na grande Vigília são apresentados ao povo e batizados, assumindo assim a bandeira do Cristo Ressuscitado.

Hoje é dia de reunir a família e celebrar com sua comunidade de fé. Confira a programação e venha participara da ressurreição do Cristo Senhor.

♥ 19h00 – Igreja São José (Nova Esperança)
♥ 20h00 – Igreja Nossa Senhora da Guia (Palmital A)
♥ 20h00 – Igreja Bom Jesus (Belo Vale)
♥ 20h30 – Igreja Nossa Senhora da Paz (Cristina B)
♥ 20h30 – Igreja São José de Anchieta (Nova Esperança)
♥ 21h00 – Igreja Santo Inácio (Cristina C)
♥ 21h00 – Igreja Nossa Senhora da Penha (Palmital B)

SÁBADO SANTO

Durante o Sábado santo a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua paixão e sua morte, sua descida à mansão dos mortos e esperando na oração e no jejum sua ressurreição (Circ 73). No dia do silêncio: a comunidade cristã vela junto ao sepulcro. Calam os sinos e os instrumentos. É ensaiado o aleluia, mas em voz baixa. É o dia para aprofundar. Para contemplar. O altar está despojado. O sacrário aberto e vazio.

A Cruz continua entronizada desde o dia anterior. Central, iluminada, com um pano vermelho com o louro da vitória. Deus morreu. Quis vencer com sua própria dor o mal da humanidade. É o dia da ausência. O Esposo nos foi arrebatado. Dia de dor, de repouso, de esperança, de solidão. O próprio Cristo está calado. Ele, que é Verbo, a Palavra, está calado. Depois de seu último grito da cruz “por que me abandonaste?”, agora ele cala no sepulcro. Descansa: “consummantum est”, “tudo está consumado”. Mas este silêncio pode ser chamado de plenitude da palavra. O assombro é eloqüente. “Fulget crucis mysterium”, “resplandece o mistério da Cruz”.

Sábado-da-Esperança

O Sábado é o dia em que experimentamos o vazio. Se a fé, ungida de esperança, não visse no horizonte último desta realidade, cairíamos no desalento: “nós o experimentávamos… “, diziam os discípulos de Emaús. É um dia de meditação e silêncio. Algo pareceido à cena que nos descreve o livro de Jó, quando os amigos que foram visitá-lo, ao ver o seu estado, ficaram mudos, atônitos frente à sua imensa dor: “Sentaram-se no chão ao lado dele, sete dias e sete noites, sem dizer-lhe uma palavra, vendo como era atroz seu sofrimento” (Jó. 2, 13).

Ou seja, não é um dia vazio em que “não acontece nada”. Nem uma duplicação da Sexta-feira. A grande lição é esta: Cristo está no sepulcro, desceu à mansão dos mortos, ao mais profundo em que pode ir uma pessoa. E junto a Ele, como sua Mãe Maria, está a Igreja, a esposa. Calada, como ele. O Sábado está no próprio coração do Tríduo Pascal. Entre a morte da Sexta-feira e a ressurreição do Domingo nos detemos no sepulcro. Um dia ponte, mas com personalidade. São três aspectos -não tanto momentos cronológicos- de um mesmo e único mistério, o mesmo da Páscoa de Jesus: morto, sepultado, ressuscitado:

“…se despojou de sua posição e tomou a condição de escravo…se rebaixou até se submeter inclusive à morte, quer dizer, conhecesse o estado de morte, o estado de separação entre sua alma e seu corpo, durante o tempo compreendido entre o momento em que Ele expirou na cruz e o momento em que ressuscitou. Este estado de Cristo morto é o mistério do sepulcro e da descida à mansão dos mortos. É o mistério do Sábado Santo em que Cristo depositado na tumba manifesta o grande repouso sabático de Deus depois de realizar a salvação dos homens, que estabelece na paz o universo inteiro”.

Fonte: ACI DIGITAL

Obrigado por comentar e compartilhar.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s