Alberto Hurtado: um fogo que acende outros fogos

Com atividades para crianças, comunidade do bairro Castanheiras dá início às festividades ao santo jesuíta, Padre Alberto Hurtado

Alberto para Crianças

Os agentes pastorais da comunidade Santo Alberto Hurtado promovem, neste sábado (02/08), a primeira atividade da Festa do Padroeiro. Além da celebração, às 19 horas, a comunidade vai receber as crianças do bairro para dois momentos festivos. As 17h30, a Pastoral da Criança promove a Celebração da Vida, um encontro no qual pais e responsáveis encontram dicas de saúde e alimentação saudável para seus filhos. Logo após a missa, as crianças poderão se divertir com a oficina de balões e brincadeiras promovida pela turma que no último domingo (27/07) finalizou a Oficina de Arte Criativa com Balões.

A programação da festa de 2014 de Santo Alberto Hurtado foi desenvolvida pelo Conselho Pastoral Comunitário e conta com atividades para crianças, jovens, homens e mulheres. O objetivo das festividades é celebrar a experiência de vida comunitária, através dos espaços e momentos de convivência, nos quais os moradores do bairro Castanheiras e visitantes de outras comunidades da paróquia terão a chance de conhecer um pouco mais da vida de Alberto, um padre jesuíta, que viveu de 1901 a 1952, no Chile.

Breve biografia de Santo Alberto Hurtado

Nasceu em Viña del Mar (Chile), no dia 22 de janeiro de 1901. Aos quatro anos ficou órfão de pai. Foi obrigado a experimentar a pobreza durante sua infância. Recebeu de sua mãe a fé e a coragem para enfrentar os desafios de uma vida árdua. Graças a uma bolsa de estudos, pôde freqüentar o Colégio dos Jesuítas em Santiago. Trabalhando para sustentar a mãe e o irmão, conseguiu formar-se em direito. Desde cedo, preocupou-se com os mais necessitados.

downloadCom 22 anos, entrou no noviciado da Companhia de Jesus em Chillán, realizando o sonho de ser jesuíta. Em 1925, foi mandado para Córdoba (Argentina) para completar os estudos humanísticos. Recebeu a ordenação sacerdotal em Louvain (Bélgica) no dia 24 de agosto de 1933. Estudou na Bélgica e na Espanha, formando-se em filosofia, teologia, pedagogia e psicologia.

Retornou ao Chile em 1936, distinguindo-se como professor na universidade e guia espiritual da juventude. Escritor, publicou três livros sobre a doutrina social da Igreja. Para atender os pobres, abriu uma obra exemplar, “El Hogar de Cristo”, Lar de Cristo, oferecendo aos desabrigados um ambiente digno e acolhedor.

Em plena atividade sacerdotal, padre Alberto suportou fortes dores e, aceitando seus sofrimentos com plena conformidade, veio a falecer, vítima de um câncer, em 18 de agosto de 1952.

A meditação constante sobre a vida do Divino Mestre explica o ardor com que se dedicava a todos e a paixão pelos pobres. Revelou um notável equilíbrio, conforme a espiritualidade inaciana, sabendo ser “contemplativo na ação”. Era da adoração do Cristo presente na eucaristia que hauria sua força, seu discernimento e seu incansável zelo apostólico.

No dia 23 de outubro de 2005 foi proclamado santo pelo papa Bento XVI.

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